On this side of the Universe.

quinta-feira, outubro 13, 2005

Smells like teen crises

How do you measure your life? What's important and what is not ? How do you know when is enough and its time to give up? For almost eight years I've been living under the shadow of the decisions that I made seven years ago. Know I found myself looking for the right concept of home. What is home? Is it only a phisical place where you go every night to find some peace of mind? Or is the people who lives inside and makes you feel safe giving you the necessary confort every now and then? Today I have second toughts and all became a silly game for the things that once I want it so badly. Sometimes we lose so much for not looking around and only looking straight. What's the really meaning for life? Should we put our dreams aside and do the things that must be done? For all those years that I spend away from my home, from my family I discovered that there's nothing more important then people, then life. I look back and I see that every wrinkle that I have today in my face was away from my mother, that every white hair that is on my grandma's head today was a minute away from me, that every little step from my little cousin's are a new experience away from me. Home is where the heart is, that's what my fellow americans always says. I learned that in a hard way. Time goes by so fast and in the blink of eye your life is gone, and the only thing we're going to have are the memories. And today after learning so much, losing too much, growing a lot, people are the only thing that matters in life. And for that sometimes we take it for granted. Once I spend some money at the shrink, I was so lost that maybe Freud could have a answer for my problems. After five or six sections, my terapist look at me and said; "How long you don't see your mother?" and I said; "Well that would be five or six years", she look at me the way a mother would look at her kid and said; "Honey there's nothing wrong with you, what you really need is your mother's lap or even a homemade food from her and I guarantee life after that would be really easy". Well enough said. I think it's time to go home. Don't know when. But mother please start cooking so I can feel the smell from the bus stop.

E o jogo ainda não acabou.

O prefeito de Santo André Celso Daniel do PT foi sequestrado quando voltava de um jantar. Dois dias depois, o corpo foi encontrado em uma estrada com sete entradas de bala. Pelo inquérito da polícia o crime não foi por motivação política, e o caso foi concluído como assassinato. Mas para a família do prefeito a morte está ligada a cobrança de propina de empresários do setor de transporte de Santo André. Quem conhece mais o prefeito? Sua família ou um delegado de uma jurisdição qualquer que está cobrindo o caso? Para a polícia o prefeito foi sequestrado "por acaso". Uma quadrilha de uma favela tal estava planejando o sequestro de um comerciante que não apareceu no local (sortudo o cara), e quando não tem tú vai tú mesmo. E assim o prefeito foi sequestrado. Nada combinado, tudo por acaso. Imagina, uma quadrilha desistir dos planos simplesmente porque a vítima não apareceu? Nada mal para a mesma quadrilha conseguir um prefeito em troca. A polícia havia fechado o caso mas reabriu por causa das denúncias do mensalão, e o prefeito só ficou livre do inquérito por não ter nada a declarar (já dizia a minha mãe os mortos não falam). A polícia até conseguiu umas explicações da tal quadrilha. Diz o tal líder da quadrilha que havia liberado o prefeito do sequestro mas um outro parceiro não teria deixado isso acontecer. Onde já se viu liberar um cara que vale tanto? E o prefeito só foi assassinado porque olhou na cara do sequestrador. Regra número um para quem é tido como refém: nunca olhe para ninguém. A família não descarta possibilidade de "queima de arquivo", e a polícia diz que foi tudo uma grande confusão. Agora coincidência mesmo, são sete pessoas que tiveram uma ligação direta com o caso e estão mortas. Mas claro para a polícia tudo não passa de uma bobagem. E novamente por pura coincidência, essa manhã o médico legista que atuava no caso foi encontrado morto. Apesar de poucos indícios a polícia não descarta a possibilidade de assassinato. Mas claro tudo não pode passar de um grande equívoco, ainda mais que esse médico sofria de um problema de miocardite. Nem mesmo nos livros de Agatha Christie existem tantas coincidências. A verdade é que a nossa polícia é comprada, e quando não é tem preguiça mesmo. E tudo piora quando o nome do PT está no meio, daí que a galera do gargarejo faz de tudo para colocar o partido na lama. Como se os próprios políticos petistas não fizessem merda suficiente. Coincidências à parte quem sofre com tudo isso é a família do prefeito, que perdeu um ente querido de forma horrenda e injusta e nada vai justificar a perda. Como um jogo de Detetive a investigação continua. Temos um assassinato principal, sete vítimas mortas, já se sabe que não foi usado corda nem veneno, e que o corpo não foi encontrado na biblioteca e muito menos na sala de jantar. Agora resta saber se os suspeitos são o Coronél Mustarda ou a Ms. White.

Just fooling around...

The coffee was too strong and too hot and Anthony was mad because he burned his tongue. It's been more than two years that Anthony stoped drinking coffee, he spend thousands of dollars' worth of dental work and because of his dazzling white smile that turned him into a pussy magnet. But that night he wasn't thinking about his teeths. Stuck in the driver's seat of his car and strugling with his on toughts, of what may be the most horrible day of his life, Anthony was waiting paciently looking trough the foggy windshield, not belivieng that after 10 years of a wonderful marriage Kimberly was having a affair. Kimberly was a really desirable woman. They met each other back in college and they've been together ever since. Anthony was know for his charm with the ladies and even Kimberly had forgiven his occasional indiscretions of the past. But Anthony had no tolerance at all, and for him the smallest ideia of his wife having a affair was tormentig his bones to the core. Anthony only had a piece of paper with a address number for the possibly location of a house that Kimberly was spendig most of her afternoons. Waiting was a lesson for Anthony and the only thing he could think was Kimberly's sparkling blue eyes. His hands was cold the coffee wasn't enough to keep his body warm. His heart was slamming aggainst his chest. Carefully he looked on the passenger seat of his car to get a glimpse of his luggage. At the bottom partially covered he could see a wink of metal. He pushed away until the object was completely exposed, a Glock 10mm. His face was registering shock, and then the rage set in.

*Follow for the scenes for the next episode.

quarta-feira, outubro 12, 2005

Felicidade foi-se embora...

Desde criança meu sonho é ser professora. Os sonhos mudaram algumas vezes conforme os anos foram passando. Tive muita vontade de ser veterinária, cientista e astronauta. Desde pequena foi fundamental o apoio dos meus pais para tudo. Foram eles que iniciaram em mim a necessidade de seguir uma vida acadêmica mesmo que de certa forma as minhas escolhas acabaram sendo outras. Tudo o que eu sou hoje é um reflexo da estrutura familiar que meus pais me ofereceram desde pequena. Se já é difícil crescer com pai e mãe apoiando, imagina a criança que nada tem ? Será que essa criança terá a chance de ter as dúvidas do o tão sonhado "o que vou ser quando crescer"? Um dos motivos de maior indignação para mim são as crianças que se espalham pelos cantos de todo o país. A que ponto chegamos como seres humanos de olharmos as nossas crianças nas calçadas com a frieza de quem nada faz? O que será do futuro do País quando o futuro não tem condições básicas e necessárias de um futuro melhor? E do outro lado metade da população está preocupada em gastar cinquenta reais em um pacote com dez balas para um revólver. Qual o valor da vida humana, quando se gasta para matar e não para se salvar? Feliz dia das crianças? E porque seria se a realidade está bem longe de ser feliz. Toda criança tem direito a um lar, saúde e educação. Criança tem que brincar, correr, cair, se levantar. Chega de crianças trabalhando para ajudar na renda do lar, chega de meninas que vendem o corpo por cinco reais em sinais se trânsito. Se nós, como cidadãos brasileiros não sentirmos a necessidade de mudarmos esse quadro sujo o mais rápido possível, não haverá futuro melhor para ninguém. Cada criança na rua é um futuro aprendiz de marginal sem esperanças. De nada adianta eliminar as armas quando no morro o menino quer ser bandido quando crescer. Eu queria muito dar de presente para cada criança de rua no Brasil hoje a chance de um futuro melhor. Mas Papai Noel não existe e nem em fada madrinha eu acredito mais. A realidade fede e é cheia de desilusão. É muita coisa para quem um dia acreditou em mudar o mundo com as próprias mãos.

Collateral Damage

Com uma perspectiva de que o comércio de armas seja proíbido aumenta-se a venda de balas e revólveres. Lojistas nas capitais afirmam que o número das vendas aumentaram e os estoques estão diminuindo. O número de armas registradas na Polícia Federal triplicou. As pessoas realmente estão fazendo estoques de armamento em suas casas. Agora a preocupação geral da nação não é nem quem vai ganhar, mas sim comprar munição suficiente para garantir sua própria proteção. A confusão está geral, os donos de lojas preocupados com o futuro dos seus estabelecimentos e para uma possível falência geral das lojas que vendem armamentos bélicos (como se isso fosse ruim), cidadãos de "bem" enchendo a casa de munição somente para garantir sua tão merecida legítima defesa. A guerra está lançada, é cada um por sí agora. Realmente o Haití é aqui.

terça-feira, outubro 11, 2005

Armas para o bem.

As comparações com dados internacionais mostram que o padrão da violência que vitima o jovem e a sociedade brasileira em geral está ligado ao porte de arma de fogo. Na maioria dos homicídios são usadas armas de fogo. O Brasil está se tornando em uma milícia, só que a diferença é que não existe um inimigo alvo própriamente dito, o inimigo está do nosso lado, na rua, no nosso trabalho, até mesmo na nossa casa. O Brasil foi dividido em dois, de um lado o sim do outro lado o não. Para mim é fácil entender o lado do SIM, não tem como na minha percepção acreditar que existe paz com uso de armas de fogo, com uso de violência, agressão, descasso humano, egoísmo. É difícil aceitar a perda de alguém, ainda mais com a violência que se espalha em todos os cantos do país. Mas será mesmo que a legítima defesa é a solução ? O problema está longe de se revolver, o medo está de todos os lados. Não há segurança nas ruas, nas escolas, dentro de casa. Enquanto o abismo da injustiça social não for solucionado, será muito difícil ver mudanças na questão da violência. O menino de rua que rouba devia estar na escola, se ele está na rua é porque sua família não existe mais ou nunca existiu. Em casos extremos ocorre medidas extremas. E pessoa com fome vendo seu filho com fome não pensa duas vezes em tirar algo de você. Todo ser humano nasce uma criança inocente, indefesa e pura, é no decorrer dos anos que o seu caráter irá se desenvolver. Ninguém nasce um marginal, um ladrão, um assassino, de berço. São as condições da vida diária que fazem as pessoas tomarem um rumo sem muitas escolhas. Então como simplesmente julgar uma pessoa que nunca teve nada nem direito de escolha? O estado falha em oferecer condições dignas de moradia e educação. É muito mais fácil construir núcleos habitacionais no meio do mato e deixar a pobreza longe das cenas de cartão postais. O governo falha em não tirar suas crianças das ruas e hoje isso parece ser tão normal que vivemos nosso dia-a-dia com crianças maltrapilhas jogadas nas ruas sem a chance de um futuro melhor. Tudo está errado, eu nem sei por onde começar. E o referendo do dia 23 me parece ser uma excelente solução. Será uma medida radical? Pode até ser, mas com finalidades para o bem somente. A campanha do NÃO é algo absurdo, é somente checar as dezenas de websites que é possível ver a intolêrancia generalizada com a vida. Essa idéia de legítima defesa é papo-furado para começar uma guerra armada feia. O site Viva Brasil (que de viva não tem nada) tem uma campanha de doações de coletes a prova de balas. Vejo que depois do dia 23 eles doarão armas se for preciso. O In-Correto é um grupo de pessoas que possuem a finalidade de desmentir a falsa promessa de combater o crime com o desarmamento da população "honesta" e o slogan é bem informativo; "Defender, de todas as formas possíveis e legais, o direito de todo cidadão idôneo de possuir e portar Armas de Fogo, bem como de utilizá-las em legítima defesa própria, de terceiros e do Brasil". Para que serviu mandar nossas tropas para o Haiti quando o Haiti é aqui? Não adianta, o que era para causar paz, causou discórdia. E hoje vivemos em muitos Brasis, o do descasso, o da injustiça social, o do abandono, o do racismo, o da criminalidade, o da legítima defesa, e o dos que buscam a paz, que como eu ainda acreditam que arma é coisa de bandido e violência de nada serve, mas somente para nos distânciarmos ainda mais um dos outros. Como se isso ainda fosse possível.

E a culpa é de quem ?

Essa manhã me deparo com um email muito que mal educado de uma pessoa que eu nem mesmo conheço. O assunto mais uma vez é o referendo de armas de fogo. Here we go again. O email é de um tal de Eduardo residente da cidade de São Paulo capital. Eduardo ficou nervosinho por causa de um comentário que eu fiz sobre a revista VEJA da semana passada. O que eu comentei apenas é que a revista é prepotente, de um jornalismo anti-ético e tomou atitudes deliberadamente, a revista preferiu usar o NÃO goela abaixo dos leitores de forma a persuadir e sem oferecer opções. No ponto em que estamos o que pode acontecer é criar decisões contraditórias sem esclarecer nada, e o pior é que pode confundir as pessoas muito mais do que eles já estão. E o que me dá medo de uma certa forma, são os leitores tomarem decisões refletidas nessa matéria sem ao menos questionarem de verdade qual o significado do referendo. E infelizmente não hávera tempo para um futuro arrependimento e "se" um dia esse arrependimento acontecer pode custar caro e custar vidas. E a imprensa tem por obrigação oferecer um jornalismo apurado, responsável, ainda mais quando o que está em jogo é o futuro de muitas pessoas e o da nossa nação. Sinto muito Senhor Eduardo se o meu ponto de vista te incomoda. Só acho que ao invés da anuidade que você paga para a obter sua revista VEJA, você deveria fazer uma viagem, levar a namorada para passear. Porque você está gastando seu dinheiro à toa e recebendo somente informações distorcidas, e isso sim é que é perda de tempo. E não me venha com tolas comparações, o referendo é importante SIM e se para você não é, sinto muito é simplesmente lamentável. Espero que nenhuma bala perdida possa te atingir para provar o contrário.

segunda-feira, outubro 10, 2005

Jornalismo com compromisso

É isso mesmo o que se pode dizer referente a revista Istoé dessa semana. Muito mais interessados em divulgar os fatos de maneira ética a revista aborda o tema do referendo das armas, dando sete opções para votar sim e setes para votar não. Agora me falem, porque a revista VEJA não teve a mesma iniciativa? Desde quando o certo é tomar partido daquilo que você acha o certo e ficar por isso mesmo? Claro que não há problema nenhum se você não for um veículo de informação que círcula por todo o país e ainda pode influenciar milhões de pessoas de maneira errada. Acredito ainda que o jornalismo de verdade tem como base passar a informação para que a população decida da melhor maneira possível. Palmas para a equipe da Istoé, no fundo até creio que rola um lance de mostrar para VEJA que o jornalismo deles foi muito mais apurado e ético. De que lado a Istoé está não sei, mas isso nem importa. O importante é que o povo brasileiro possa decidir o certo, pois a decisão é somente sua e de mais ninguém. O máximo que a revista ou a televisão pode fazer é contribuir, mas nunca interferir. Se você ainda tem dúvidas por favor consulte as frentes parlamentares, mas não fique sem votar. Já chegou a hora do povo brasileiro acordar e ter atitude para mudar as coisas no país. Chega de cobrar do governo somente. Vamos no mínimo fazer a nossa parte para que assim possamos cobrar aquilo que não depende de nós.

Muito mais que uma questão de idade.

O dia 23 está quase chegando, e eu realmente espero que as pessoas possam ter mais consciência. Essa matéria é interessante, eu não tenho como saber se a campanha está ou não voltada para jovens , mas muito mais importante que qualquer coisa é saber que esse problema é geral e afeta todos.

Jovens são 48,5% dos casos de porte ilegal

R., 16, fez bicos, economizou R$ 300 e comprou um revólver 38 para impressionar os amigos. Inexperiente, D., 18, tentou manuseá-la, mas ela disparou. Ivanilton Gomes da Silva, 15, que nem sabia que havia uma arma na sala de aula, foi atingido pelo tiro e morreu cinco dias depois.Para a investigação policial, o episódio em uma escola estadual na periferia de São Paulo, às 7h do último dia 29, tratou-se de um acidente. Pelas estatísticas, no entanto, o desfecho não é resultado do acaso. Retrata personagens que, esquecidos nos debates nacionais do referendo do dia 23, são corriqueiras nas ocorrências policiais.Levantamento das prisões por porte ilegal de arma desde janeiro de 2004, logo após o início da vigência do Estatuto do Desarmamento, em dezembro de 2003, revela perfil parecido ao de R. São dados de quem foi flagrado circulando com arma de fogo pelas áreas mais violentas de São Paulo.Segundo dados de 7.071 ocorrências entre janeiro de 2004 e setembro de 2005, os presos com armas são muito jovens (48,5% têm entre 16 e 24 anos) e têm pouco escolaridade (metade nem completou o ensino fundamental).O levantamento, feito a partir dos dados do Infocrim (base de dados informatizada de ocorrências na capital, Grande São Paulo, Campinas e Santos), mostra que a maioria dos presos por porte ilegal não é de chefes de família.Dos 7.071 detidos, 73,8% eram solteiros. Os desempregados somam 13%. Os estudantes -como os três jovens sem antecedentes criminais que protagonizaram o incidente na sala de aula da oitava série da Escola Estadual Priciliana Duarte de Almeida, em Parelheiros- representam 2,9%.À polícia, R. justificou que "comprou a arma para ter". Três meses antes, juntou o dinheiro de bicos que fazia no bar da mãe e o entregou a outro jovem da rua onde mora em troca de um revólver. R., D. e Ivanilton cresceram em Parelheiros, região do 25º DP -distrito que registrou 131 prisões por porte ilegal de arma entre 2004 e 2005, 1,9% do total."Não é por acaso que o perfil do portador da arma é semelhante ao perfil de quem mata e de quem morre nas áreas mais violentas", afirmou o cientista político Túlio Kahn, coordenador da CAP (Coordenadoria de Análise e Planejamento) da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, que organizou o levantamento.Os homicidas e as vítimas também são, em sua maioria, muito jovens, de baixa escolaridade e moradores da periferia. Ele ressalva, no entanto, que a pesquisa também reflete o trabalho policial em busca de armas, que prioriza as áreas com maior concentração de homicídios -logo, com maior número de apreensões.Para Kahn, os dados sobre o perfil do portador da arma reforça uma deficiência nos programas sobre o referendo. "A mensagem devia ser mais direcionada para esse público. Mostrar que o jovem está predisposto a um risco maior." Segundo ele, o enfoque dos debates está centrado nos adultos, chefes de família. "Além do aspecto de insegurança, existe o mito da virilidade ao portar uma arma. Isso pode ser melhor trabalhado pelas campanhas."A pesquisadora Karina Sposato, diretora-executiva do Ilanud (Instituto Latino-Americano das Nações Unidas para a Prevenção do Delito e Tratamento do Delinqüente), concorda que a campanha para o referendo esteja direcionada para o público errado."Fala-se dos problemas da classe média, só que ela não é a mais afetada pela violência. As mortes estão concentradas na periferia, no público jovem", afirmou.